domingo, 4 de março de 2012

castelos da Taquara

O principal acesso é para o Morro da Taquara é pela Trilha da Cova da Onça que começa na interseção da Estrada do Visconde do Bom Retiro com a Estrada da Princesa Imperial, seguindo em direção ao Platô do Céu, passando primeiramente pelo Caminho do Morro das Pedras e depois pelo Caminho do Sertão.






Assim que entrar na Trilha da Cova da Onça siga sempre em frente nessa bela e plana trilha que em menos de 20 minutos cruza-se uma curiosa ponte pênsil que passa por cima do Rio Humaitá, rio este que deságua no Açude Solidão que fica na portaria de saída do parque.  Depois de mais ou menos 15 minutos após a ponte pênsil de depois de cruzar o quinto córrego chega-se a uma bifurcação, a trilha para o Platô do Céu é a trilha da direita que sobe (essa subida é chamado de “Caminho do Morro das Pedras”, pois sai praticamente no cume do Morro das Pedras), somente a partir desse ponto é que a trilha começa a ascender, se seguimos em frente sem entrar na bifurcação a trilha vai acabar na Estrada da Paz, está já fora do parque.




A trilha para o Platô do Céu segue sempre subindo em zig-zag, a primeira bifurcação que encontraremos é uma bifurcação a esquerda que é a trilha que sobe a encosta do Morro da Taquara, se seguimos em frente sem entrar nessa bifurcação, encontraremos outra bifurcação, só que dessa vez é à direita, e essa sobre uma íngreme trilha para o Morro da Cocanha, se também não entrarmos nessa bifurcação e seguimos sempre em frente a trilha vai acabar em um descampado que é chamado de Platô do Céu. Parte dessa trilha passa por um antigo colonial feito de “Pé de Moleque”.




Subindo a trilha para o Morro da Taquara um pouco antes de chegar em seu cume passaremos por uma bifurcação a direita, se seguir reto na trilha principal em menos de cinco minutos chega-se ao cume do Morro da Taquara, mas para os Castelos da Taquara deve-se entrar a direita na bifurcação na trilha descendente, essa trilha tem cerca de 400 metros de comprimento, é única, sem bifurcações e com vários mirantes durante o caminho, nesses mirantes temos uma vista mais exuberante que a própria vista do Castelos da Taquara. 






Chegando na base dos Castelos da Taquara existe um cabo de aço para auxiliar o acesso ao cume, para subi-lo é necessário bastante força nos braços, se tiver material de escalada como uma cadeirinha (boudrier), uma fita e um mosquetão para auxiliar na segurança da subida é uma boa pedida, pois um tombo de cima dos Castelos facilmente é fatal. Existem algumas outras vias de acesso ao cume mas são bem mais difíceis que a do cabo de aço.



                                               
Se quiser voltar por um lugar diferente, você poderá voltar pelo Morro da Cocanha, para depois sair no Largo do Bom Retiro, só que a subida do Morro da Cocanha pelo Pato do Céu é uma trilha muito íngreme, escorregadia e cansativa, acho que é a trilha mais íngreme desse setor do parque, nessa subida o excursionista vai precisar do auxilio das mãos para se puxar pelas raízes para poder chegar ao Cocanha.



domingo, 18 de dezembro de 2011

10 desculpas esfarrapadas para não se aventurar

                                                                                    


Quantas vezes você, ilustre leitor e aventureiro, não ouviu todo tipo de desculpa quando convidou alguém para pedalar, correr, remar, escalar ou ver o pôr-do-sol do alto de uma montanha? Ou pior, quantas vezes você – você aí, não se faça de desentendido! - não usou uma dessas desculpas meia-bomba para evitar suar a camisa? Será que você - você aí, meu chapa, sentado na frente do computador, latinha de coca-cola na mão, pacote de bolachas aberto! - não está usando exatamente uma dessas desculpas para continuar chocando? Pois vejamos.
Colecionei, ao longo dos anos, uma lista com as dez ladainhas mais populares, aquelas que parecem absolutamente indestrutíveis a olho nu - as chamadas "desculpas perfeitas"! - para não levantar da poltrona.
Sinto informar, ilustre Dr. Pijama e Pantufa, que elas são todas esfarrapadas.
Então, se você se identificar com esse texto, ou se conhecer alguém que se enquadre, mantenha-o à vista, pregue-o na geladeira, envie via e-mail ou carta-registrada e engaje-se nesta minha campanha pessoal: "Aventureiros, aventurai-vos, tirem a bunda do sofá e comecem a suar!"

1. Eu não tenho tempo!

Ninguém tem tempo. O tempo não pertence a ninguém. Tempo a gente faz ou desfaz dentro das nossas cabeças. Se você é daqueles que passa horas por dia na frente do computador (gastando sua vista com joguinhos, visitando site de mulher pelada - ou homem pelado, porque ninguém tem nada a ver com isso - batendo papo com amigos que você nunca viu), assiste telenovela, fala horas ao telefone, faz nove refeições por dia... Se liga! Basta trocar esse tempo perdido por aventura. No final, você não vai se arrepender. Então, não me venha com ESSA desculpa!

2. Eu não tenho companhia!

"Meus amigos não curtem aventura!" – essa é uma desculpa que ouço direto! Fácil de resolver – troque de amigos! Não é piada. Se você começar uma atividade de aventura (pedalar, escalar, caminhar, remar, por exemplo), vai conhecer gente diferente e acabar fazendo novos amigos. Quem sabe seus velhos companheiros de Internet, suas amigas de cerveja e pizza, não se animam e vão contigo descer um rio em um bote de rafting? Se as amigas insistirem, elas podem até levar a revista Caras dentro do bote.

3. Estou sem grana!

Você já viu pedágio na curva de uma trilha? Já viu roleta flutuando num rio? E cobrador amarrado numa rocha? Eu ainda não. Aventura é uma das atividades mais baratas que existe, e quem disser o contrario merece dez chibatadas! Tem gente por aí que pensa que aventura é sinônimo de equipamento e para caminhar em volta de uma árvore o cara compra um GPS! Fique esperto! Com um tênis velho e uma mochila remendada você já pode virar o rei do trekking! Eu já vi gente correndo provas de aventura de tênis Bamba, já vi escalador fera de Ki-chute e já perdi muita corrida de MTB para ciclista com bike de supermercado!

4. Não sei por onde começar!

Pelo começo, óbvio. Que tal começar perguntando a alguém do ramo? Que tal perguntar para mim? Ó eu aqui! Hoje em dia, com a Internet, ninguém tem o direito de dizer "eu não sabia!" – não sabia porque não quis saber! Nenhuma atividade básica de aventura exige diploma, babá, guarda-costas ou sei lá o que. Quem quiser estudar, ler profundamente a respeito, ótimo, aproveite a oportunidade, eu conheço uns livrinhos bem bacanas inclusive... Quem não puder ou não quiser, comece seguindo quem sabe. A maioria das trilhas, rochas, rios e matas pertencem a todos nós, são propriedade pública. E o que é propriedade particular normalmente está aberto a todos, com ou sem taxa de uso, é só pedir licença, abrir a porteira e entrar. Só não se esqueça de fechar a porteira depois, se não as vacas fogem...

5. Eu não tenho carro!

Bom, se você quer fazer o Rally dos Sertões, então isso é um problema! Mas se você diz que não tem carro e, por isso, não faz trekking, não anda de bike ou não escala, então você nunca conheceu meu amigo Bill. O Bill é mountain biker das antigas, cinquentão, que nunca teve um carro na vida! Na verdade ele nunca comprou uma bicicleta! Ele sempre usou aquilo que os amigos emprestavam, ou cansavam de emprestar a acabavam dando de presente para ele. O cara tem um currículo com centenas de corridas de bike em todo lugar do mundo, sempre viajando de carona. Então, faça como meu amigo Bill, e se vire!

6. Minha namorada (ou namorado) não deixa!

Já pensou em trocar de namorada ou namorado? Ou, menos radical, que tal encontrar soluções amigáveis e flexíveis? Minha mulher não pedala, por exemplo, enquanto eu pedalo até nos meus sonhos. Quando nós viajamos eu acordo bem cedo para pedalar, enquanto ela faz as coisas dela, pratica yoga, caminha, etc., eu volto antes do almoço e a gente passa o resto do dia juntos. Sem estresse. Se vamos a uma pousada, escolhemos sempre um lugar que agrade a ambos e mantemos o acordo inicial – as manhãs pertencem à bicicleta, as tardes e as noites ao casamento. O ideal é tentar incentivar o cônjuge a fazer aventura também, mas se não funcionar, basta os dois serem um pouco flexíveis para a aventura virar parte integrante do relacionamento. Ou isso ou entre num acordo: você entra com a botina nova e ele, ou ela, entra com a bunda velha!

7. Estou muito fora de forma!

Em geral essa desculpa vem acompanhada de "eu não tenho tempo de treinar" ou "eu não tenho lugar para treinar perto da minha casa". Então, para completar, a pessoa liga a TV e faz mais um sanduíche de atum com geléia de morango. Em primeiro lugar, estar em forma não significa ter o corpo do Arnold Schwartznegger, nem correr uma maratona por semana. Caminhar ao ar-livre é um esporte de aventura que requer pouco preparo físico e qualquer um pode treinar andando pela cidade. Ah, vai dizer que você nunca pensou nisso? O Julio Fiadi, primeiro brasileiro a chegar caminhando o último grau de latitude nos dois pólos da Terra, treinava caminhando pelos bairros do Pacaembú, Perdizes e Sumaré, em São Paulo. E ele ainda arrastava dois pneus de carro amarrados à cintura, para simular o trenó que ele puxaria nos Pólo Norte e Sul! Você não acredita? Pergunte a qualquer cachorro de rua da Zona Oeste...

8. Preciso do equipamento ideal!

O que você chama de "equipamento ideal"? Um veículo 4x4 Hummer? Um capacete espacial com visão noturna infravermelha, GPS, bússola digital e telefone via satélite acoplados? O teletransporter da Jornada nas Estrelas ? Bom, eu também quero tudo isso, mas, sinceramente, não preciso de nada disso! Pense nos escoteiros, que há décadas fazem todo tipo de aventura usando o equipamento mais básico que existe. No mundo inteiro escotismo é sinônimo de escola de aventura e o material que eles mais usam ainda é a lona! Nada de Gore-tex, Cordura-plus, fibra de carbono e sei lá mais o que! Quem pode ter o melhor, que tenha; quem não pode, vai fazer aventura do mesmo jeito... Só não vai sair tão bonito na foto.

9. Acho tudo muito perigoso!

Se você mora na Suíça, em frente do lago de Genebra, então tudo é realmente muito perigoso fora do seu bairro. Mas se você vive no Brasil, então repense essa desculpa. Tem gente pegando dengue em Copacabana, sendo seqüestrado na Avenida Paulista, pisando em cocô de rato no Savassi, em Belo Horizonte! Então onde está o perigo? Eu acho mais perigoso atravessar uma rua sem semáforo do que escalar a Pedra do Baú; acho mais perigoso ficar preso dentro de um carro num engarrafamento do que dormir no mato; acho mais perigoso tomar chuva na cidade grande (que é ácida e tóxica) do que me jogar numa cachoeira. O perigo está em todo o lugar, mas o maior perigo é ficar trancado dentro de casa com medo.

10. Tenho preguiça!

Ah, eu também! Todo mundo tem preguiça! Uns mais, outros demais! Mas sempre que percebo que a preguiça está ganhando o jogo, lembro do prazer que é subir uma montanha com a força das minhas pernas, chegar lá em cima e respirar o ar fresco e frio, olhar em torno e ver o mundo, sentir o cansaço dando espaço à satisfação, sentir orgulho por estar lá em cima e fazer parte de toda aquela grandeza. Depois eu sempre penso no que eu estaria fazendo se tivesse deixado a preguiça dar a palavra final... Dá vontade de rir!


Guilherme Cavallari

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Viajar sozinho


                                             

Tem velhos ditados na vida de um solteiro, um deles é “Estou solteiro, sozinho nunca”. Bem clássico para aqueles que querem se manifestar e não deixar a sua peteca cair.

Eu já fiz quase tudo sozinho. Já fui pra bares sozinhos, boates, puteiros, escaladas, viagens, praia, forró, rapel, pedalada... nas minhas próximas férias eu estarei fazendo um mochilão pelo o Nordeste. Sozinho mesmo, sem nenhum amigo, amiga, ficante, familiar, nada!

Dicas para quem quer viajar sozinho:

Antes só do que mal acompanhado – a velha máxima também pode ser aplicada em roteiros de viagens! Ao viajar sozinho você terá a chance de fazer novos amigos, de gastar mais tempo conhecendo o que só interessa a você e até mesmo de se conhecer um pouco melhor. Por outro lado, você estará sozinho e não terá com quem dividir as contas e os contratempos típicos de viagens (nem alguém para ajudar a carregar a mala). Anote algumas dicas quentes para você não entrar numa fria ao viajar sozinho:

Escolha um lugar com a sua cara: Para sua viagem solo ser bem-sucedida escolha muito bem o seu destino. Pesquise bem para saber qual cidade irá combinar com seu atual estado de espírito, já que viajar sozinho é, basicamente, fazer apenas o que você realmente tem vontade. Você quer descansar ou curtir uma balada moderna e barulhenta? Pretende gastar horas em um museu ou prefere fazer um rapel? Não há nada mais 'bad trip' do que se frustrar logo de cara. Entenda bem o que você quer e procure destinos que atendam a essa vontade – e não o contrário (como procurar pela balada depois que você já chegou a uma praia deserta no interior da Bahia).

Procure o cantinho certo: Depois que escolher o destino, é hora de definir sua hospedagem. Exerça seu poder de autonomia e escolha tudo do jeito que você quer. Albergues são uma boa pedida para quem quer voltar cheio de novos amigos no Facebook. Se você está em busca de conforto, os Spa hotéis podem ser a sua opção. Se você só quer saber de festa, procure por um hotel bem localizado para curtir a vida noturna da cidade. Para não ter erro, acesse o hoteis.com com calma, pesquise a estadia certa e livre-se daquele micão de chegar num lugar e ter de ficar batendo perna em busca de hospedagem.

Calcule bem a sua grana: Não tem nada mais desagradável do que ter de encurtar seus planos porque o dinheiro acabou. Nunca dependa só de um recurso - é sempre bom ter cartão ou travelers cheques. Lembre-se também de não andar com toda a sua grana por aí - cofres no quarto são bem-vindos e olho aberto quando estiver na rua é imprescindível. Também não se esqueça do seu kit de remédios e primeiros-socorros e tenha um bom seguro saúde.

Dê bandeira: Ter livros como amigos para toda hora nesse tipo de viagem é bom. Mas estar em uma cidade diferente é uma oportunidade única de conhecer outras culturas e, por que não, encontrar pessoas que estão no mesmo barco que você. Por isso, dê bandeira de que é turista: ande com guias de viagens na mão, aparente que está perdido procurando informações e, se estiver fora do país, tire aquela camiseta do Brasil (que você só veste de quatro em quatro anos) do baú para chamar atenção.

Moleskine-se: Não deixe de ter seu moleskine (qualquer caderninho pequeno serve) e fazer dele seu diário. Ali, escreva tudo o que quiser. Anote as reflexões que teve na viagem (é muito comum voltar de um paraíso e achar que é montando uma barraquinha de coco que você vai encontrar a felicidade, não se preocupe); escreva expressões engraçadas da cultura local; e não esqueça os contratempos (que sempre vão surgir), afinal, você irá rir muito deles depois disto tudo.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Conceição de Ibitipoca - MG


E às vezes questiono a minha sanidade mental.Férias hora boa pra descansar... Que nada!
Deixei o calor e a beleza do Rio de Janeiro às 9hrs da manhã de um sábado até a cidade de Juiz de fora em Minas gerais, depois até  Lima Duarte (lá se vão cinco horas), para poder embarcar num "latão" da Viação Vimara caindo aos pedaços( lá se vão mais duas horas, ufaaa!!). No caminho, foi lotando e não demorou a começar a ser espremido pelos lados com passageiros em pé, mesmo tendo garantido meu "confortável" lugar no banco a frente, atrás do motorista. Ao ambiente quente e abafado no interior do ônibus, somou-se à poeira que pairava no ar, oriunda das estradas de terra no caminho. Tanto  sacrifício para conhecer Conceição de Ibitipoca. Teria que valer a pena, pois lá é um daqueles poucos lugares que você vê em fotos e imediatamente exclama "Eu tenho que ir lá!". Dito e feito. Lá estava eu indo em sua direção, suado e sujo, rasgando o interior de Minas Gerais por uma estrada de terra...


O distrito de Conceição de Ibitipoca está localizado no município de Lima Duarte e abriga um dos mais importantes parques de Minas Gerias. Parque Estadual de Ibitipoca, fundado em 1973, sendo sua área total de 1488 ha. e altitude média de 1.500 m. A infra-estrutura do parque é excelente, possui portaria, lanchonete, anfiteatro, centro de visitantes e varias atrações naturais; mirantes, grutas, piscinas naturais, cachoeiras e picos. 


  Fora do parque, encontramos outros atrativos, a arte, artesanato e os restaurantes geralmente com um apelo rústico e boa comida.
A cidade é bem bonitinha, muito pequena e tem uns barzinhos bacanas que tocam rock,forró pé-de-serra e blues. Uma ótima pedida para quem quer paquerar ou curtir muita música. (Vale informar que no inverno faz muito frio). Só um lembrete: A cidade não tem muita estrutura, a maioria das pousadas e hotéis não aceita cartão! E lá não há caixa eletrônico, a dica é levar dinheiro vivo; celular só pega a operadora claro.



Fiquei na pousada Aldeia das Pedras, Recomendo essa pousada pra quem não pode gastar muito, o café é farto e a dona (Soni se eu não me engano) é bastante simpática e atenciosa.  (Estrada do Parque Estadual n°69 - a 400m da Vila de Conceição do Ibitipoca) (32)3281- 8150


Para conhecer o parque inteiro, você precisa de três dias. Cada dia um circuito:
Circuito das Águas (de roxo no mapa)
Pico do Pião (de vermelho)
Janela do Céu (de verde)


Circuito das Águas
É o circuito mais popular do parque por ser o mais curto e com muitas atrações. Durante o passeio é possível encontrar lagos, cachoeiras, grutas e outras formações rochosas.  o parque é muito bem sinalizado e esse passeio não tem necessidade de contratar um guia.

Nesse circuito você ira conhecer o Lago dos Espelhos, Ducha, Lago Negro, Prainha das Elfas, Prainha, Gruta dos Gnomos, Lago das Miragens, Ponte de Pedra, Cachoeira dos Macacos, Rio do Salto e a Gruta dos Coelhos, que é a atração mais próxima a entrada do parque. 

Pico do Pião
O circuito do Pico do Pião é um pouco mais longo. São 11km de ida e volta. Durante o circuito você ira conhecer a Gruta do Monjolinho, Gruta do Pião, Pico do Pião (segundo pico mais alto do parque com 1722m) e a Gruta dos viajantes.


Janela do Céu É o mais longo do parque. São aproximadamente 16 km ida e volta. Então, vá preparado! Vá com roupas leves, boné ou chapéu (muito importante), leve muita água e alguns biscoitos! Recomendo levar algumas barrinhas de proteína e o principal, disposição! Indo com calma e parando em todos os pontos sem pressa, da pra fazer em 3h30m às 4h a ida. O inicio da trilha é perto da entrada do parque. De cara você vai encontrar uma subida bem longa e cansativa, mas não desanime, depois disso a trilha vai  variar entre subidas e descidas. Durante esse circuito você ira passar pelo Cruzeiro, Gruta da Cruz, Pico da Lombada, Gruta dos Fugitivos, Três Arcos, dos Moreiras, Cachoeirinha, Rio Vermelho e a espetacular Janela do Céu.


sábado, 29 de outubro de 2011

Morro do Anhangüera

                           

O Morro do Anhangüera é o morro mais diferente de todos da Floresta da Tijuca, ele é incomum, único e nos remete ao filme "Bruxa de Blair", não porque ele é assustador e sim porque tem um ar de mistério proporcionado pelos muitos eucaliptos que encontramos em seu cume.




Como em praticamente todo parque essa área também passou por um processo de reflorestamento, só que lá resolveram fazer algo diferente das outras áreas do parque, nessa área não plantaram plantas nativas da Mata Atlântica e plantaram somente eucaliptos.





O Anhangüera recentemente está sofrendo com subseqüentes incêndios e todos causados por balão, mas felizmente a maioria das árvores conseguiram resistir apesar de ter seus troncos chamuscados pelo fogo. Lá atualmente a administração do parque está fazendo um trabalho de reflorestamento, mas esse trabalho está sendo ameaçado pelo fogo recorrente. Até que as árvores grandes conseguem a duras penas sobreviver apesar dos incêndios mas o fogo é cruel com as mudas que praticamente são dizimadas.




A Trilha


Morro do Anhangüera via Pedra do Conde


A trilha para o Morro do Anhangüera é a mesma que vai para a e Morro do Alto da Bandeira a e para a Pedra do Conde.
                              

Ela começa junto ao Largo Mayrink, descendo pela escadinha que tem à direita, perto do asfalto, pouco antes de chegar à igrejinha. Siga por um caminho pavimentado, cruze uma ponte e suba alguns degraus do outro lado. Este lugar é conhecido como playground e a trilha começa do outro lado de sua chegada, atrás de um conjunto de mesas feitas de pedra, à direita da churrasqueira (a trilha é um pouco fechada. Se você estiver na trilha à esquerda da churrasqueira, que segue beirando o rio, volte. Está na trilha errada).
A trilha começa com um aclive bem acentuando em ziguezague, com uma curva de 180 graus para a esquerda a poucos minutos do início da caminhada. Durante um bom tempo não terá nenhuma bifurcação no caminho e, quando aparecer, será uma tripla. O caminho correto é o da esquerda. Se você quer ir até o Alto da Bandeira, a opção é o caminho da direita. Seguindo para o Conde, na próxima bifurcação siga em frente. Logo será possível ver a Cocanha, Papagaio e Tijuca. Continue em frente. Aqui, a trilha fica plana por um tempo para depois subir ligeiramente e, pouco mais a frente, ficar íngreme. Mais uma bifurcação, onde também deverá ser tomado o caminho da esquerda e, na próxima, deve-se optar pela direita (180 graus). Suba em ziguezague um trecho íngreme, dobrando novamente à direita e logo chegando a um local onde já é possível avistar a zona norte da cidade. Daqui até o cume da Pedra do Conde, a trilha se torna bastante íngreme virando uma escalaminhada, onde se é necessário usar também as mãos. Na bifurcação seguinte, siga à direita e você já está no cume da Pedra do Conde onde se descortina linda vista da Zona Norte do Rio de Janeiro.

Para chegar ao Morro do Anhangüera é preciso descer da Pedra do Conde até atingir a Trilha do Anhangüera (alt. 650m) de onde é preciso subir novamente até a cumeada do Anhangüera que é uma trilha plana de onde se tem um visual melhor que no cume, seguiremos na cumeada até atingir seu topo maravilhosamente cravejado de eucaliptos.

Morro do Anhangüera via Estrada Excelsior



O acesso mais curto para o Anhangüera é pela estrada Excelsior, com uma caminhada de cerca de 20 min em uma bonita e bem marcada trilha passando por uma densa Mata Atlântica.
Como a trilha para o Anhangüera é bem curta normalmente fazemos o "Circuito do Anhangüera - Conde" começando no Largo do Mayrink indo primeiramente para o Morro Areão e Morro do Alto da Bandeira que é o a trilha que começa na primeira bifurcação a direita, depois voltando e entrando da bifurcação a esquerda caminharemos até o cume da Pedra do Conde, descendo a encosta do Conde seguimos a trilha principal até o Anhangüera, a volta do circuito é em direção a estrada Excelsior, chegando na estrada do Excelsior se tem a opção de entrar á esquerda da trilha para chegar no mirante do Excelsior, mas se não quiser ir para o Mirante é só pegar a direita para descer a estrada até o Barracão.

Localização


O Morro do Anhangüera se localiza no Parque Nacional da Tijuca (Setor A) situado na Cidade do Rio de Janeiro.


Como Chegar


Estrada da Cascatinha, 850 - Alto da Boa Vista - Rio de Janeiro - RJ


Quando Ir


Todas as estações são boas para caminhar até o Morro do Anhangüera, entretanto no verão as temperaturas podem chegar aos 40°C e as tempestades são freqüentes, principalmente no final da tarde. Nas demais estações a temperatura é mais amena tornando o passeio mais agradável.



     fonte:http://www.clubedosaventureiros.com

domingo, 23 de outubro de 2011

Forró do Parque União


Não só de trilhas eu vivo. Também não sou de ferro, né?

Gosto de sair, dançar forró e tomar umas biritas. E como não tenho muito dinheiro pra ir nesse lugares caros do Rio( rio scenarium, melt, Mariuzinn,Passeio público dance.. ) , Tem um cantinho que eu gosto muito e indico pra todos os nordestinos, o forró do parque uinião.

Tudo começou com um pequeno grupo de forró chamado “Sol e Magia”. Convidados por um nordestino apaixonado por forró e conhecido como Luiz Fazendeiro, (já falecido) para tocar na Rua Roberto da Silveira que iniciou um dos mais tradicionais forró de toda Maré. E lá se vão quase 20 anos. Localizada às margens da Avenida Brasil, a praça onde acontecem todos os finais de semana .


Hoje, os organizadores contam com um palco, sistema de som e principalmente com a colaboração dos 32 comerciantes e “barraqueiro” que ficam no entorno da praça e apóiam financeiramente para que os eventos aconteçam. Eles formam uma espécie de cooperativa informal e contam com o apoio da Associação de Moradores do local.

Artistas que já passaram por lá:Aviões do Forró, Calcinha Preta, Camisa Suada, Cintura de Mola, Frank Aguiar, Limão com Mel, Bonde do Forró, Rasta Chinela... e o melhor é de graça!